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A história da Cabaça


Conhecida também como porongo,  cabaça é a designação comum dos frutos de plantas da família das cucurbitáceas (entre as quais a Lagenaria siceraria, tema deste verbete) e a uma da família das bignoniáceas. As plantas são chamadas de cabaceira, porongueiro e cabaceiro.



A origem não se sabe ao certo, há quem considere a cabaça original da Ásia e África. Porém quando os Portugueses chegaram ao Brasil, os índios daqui já utilizavam a polpa da cabaça para comer e a casca depois de tratada para transportar água, tintas e sementes. Um trecho de Pero Vaz de Caminha a El Rei D. Manuel menciona que os indígenas carregavam água nas cabaças. Cada tribo desenhava traços específicos, representando sua etnia e transformava as cabaças em bolsas, chocalhos e até brinquedos para as crianças.

Presente na vida quotidiana do Brasil, foi assimilada pelos colonizadores Portugueses. desde o recipiente ao instrumento musical (instrumento de percussão).

Com a introdução do plástico a cabaça deixou de ser utilizada como recipiente e passou a ser aproveitada para as mais diversas utilidades da música à decoração, passando por utensílios domésticos, vários artistas escolhem as cabaças como matéria prima para artesanato .

Em casas ribeirinhas, indígenas e quilombolas do Brasil, os frutos dos cabaceiros, das cuieiras e dos porongos eram partidos em vários formatos, limpado internamente – tirando as sementes --, polidos e tingidos e decorados para servir como baldes, coiós, bacias, copos, tigelas; ou como, simplesmente, cuias usadas para beber e comer. Outro dado interessante em relação à cabaça, é a sua utilização como instrumento de trabalho de pescadores, seringueiros e produtores de farinha de mandioca, que partem suas bandas de cuia para levá-las aos rios, às florestas e casas de forno




Formas de uso pelo mundo





As cabaças também são utilizadas em diferentes celebrações populares, como por exemplo: na dança da cuia, em Abaetetuba, e nos festejos do Çairé, em Santarém, no Pará; no bumba-meu-boi e no reisado de caretas, no Maranhão; nos bonecos do artesão; nos mamulengos de Pernambuco e do Ceará, entre outros.

No artesanato brasileiro e no mundo a cabaça tem sido utilizada como matéria prima para produção de diferentes formas de expressão artísticas, que, devido suas multiformes, permite que sejam elaborados produtos com as mais variadas formas, tais como:

  • vasilha para uso em refeições  
  • cuias ou copos;
  • moringa para transporte de líquidos, 
  • normalmente, água para se beber durante uma viagem;
  • cisterna para armazenamento de líquidos em regiões secas ou que não dispõem de outros meios;
  • Amplificador acústico em instrumentos musicais, como o berimbau, chocalho, afochê, maraca, sequerê ou xequerê, abê e malimba;
  • artesanato;
  • porta-objetos;
  • brinquedos, bonecas. 


Dica

A altura de apanhar a cabaça é importante, pois se ela for colhida fora de hora inevitávelmente apodrece. Ela deve estar bem madura, com a ramagem bem seca.
Dizem que antigamente, no campo, utilizavam as cabaças para conservar a àgua fresca que os trabalhadores rurais bebiam com satisfação.
Para ser usada no artesanato, a cabaça deve ficar de 1 a 2 meses a secar ao sol. Elas são de tamanhos e formatos variados, que mãos  talentosas podem adornar com vários motivos e cores.


Créditos:   pinturasetrapinhos.blogspot.com
                 

Bolo de chocolate molhadinho

Que deliciaaa hem!!


Foto meramente ilustrativa.


Ingredientes

  •  xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 xícara de leite
  • 6 colheres de sopa cheias de chocolate em pó
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 6 ovos

  • Modo de preparo
  1. Bata as claras em neve, acrescente as gemas e bate novamente, coloque o açúcar e bata outra vez
  2. Coloque a farinha, o chocolate em pó, o fermento, o leite e bata novamente
  3. Untar um tabuleiro e colocar para assar por aproximadamente 40 minutos em forno médio
  4. Enquanto o bolo assa faça a cobertura com 2 colheres de chocolate em pó, 1 colher de margarina, meio copo de leite e leve ao fogo até começar a ferver
  5. Jogue quente sobre o bolo já assado
  6. É só saborear

História do Dia Internacional da Mulher

Históriado 8 de março

NoDia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada nacidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam afábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como,redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (asmulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, paraexecutar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente detrabalho.
Amanifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadasdentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreramcarbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém,somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decididoque o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", emhomenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data 
Aoser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países,realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir opapel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher.Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com saláriosbaixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens nacarreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para sermodificado nesta história.

Conquistasdas Mulheres Brasileiras 
Podemosdizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira.Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois demuitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitaspara cargos no executivo e legislativo.

Artesanato - Cultura brasileira


O artesanato, técnica de trabalho manual artístico não industrializado, é utilizado pelo homem desde o início da sua história. Os primeiros artesãos começaram a fabricar seus bens no período neolítico (6.000 a.C). Nessa época, o homem produzia os objetos a partir de pedras e fibras de animais e vegetais. Aos poucos foi evoluindo, e muitos começaram a tirar sustento dessa prática. 

O artesanato, apesar de ser comercializado, não é considerado uma mercadoria, pois carrega valores, crenças e culturas.


Em cada parte do mundo, existem diferentes modos e formas de se produzir o artesanato. No Brasil, cada região possui um artesanato típico. Nas regiões Sul e Sudeste, sobretudos nos Estados de Santa Catarina e Minas Gerais, produtos feitos com folha de bananeira, assim como panelas, potes, moringas e jarras em cerâmicas são destaque. Minas Gerais também se destaca pelos tapetes e colchas feitos em tear manual, peças produzidas em estanho e pedras decorativas talhadas dos mais diversos tipos de minério.

Na região Centro-Oeste, o foco também está no bordado e nas atividades relacionadas à madeira, barro, tapeçaria e trabalhos com frutas e sementes. Animais de porcelana e moringas de barro são muito comuns em Goiás e no Mato Grosso.

Além do artesanato relacionado ao barro e à madeira, o Nordeste se destaca pela famosa renda de bilro, no Ceará. Todas as técnicas de produção em fibras de algodão são herança da colonização portuguesa e são conservadas até hoje. Cabe mencionar a participação relevante dos trançados de palha, cestarias feitas com trançados de carnaúba, bambu e cipó.

Assim como nas outras regiões, o bordado também é muito popular na região Norte. Mas a influência indígena faz da cerâmica uma das produções mais presentes na região. Existem duas vertentes de inspiração para os artesãos: a marajoara e a tapajônica, que são estilos genuinamente indígenas, com técnicas e formas milenares. Jóias feitas de sementes e metais preciosos também são típicas do Amazonas. As atividades relacionadas à madeira e metal também são comuns.




Mega Artesanal 2012


MEGA ARTESANAL 2012





DATA: De 26 de junho a 1 de julho de 2012.
Dia 26 de junho – Especial para o Lojista
De 27 de junho a 01 de julho – Aberto ao público

LOCAL
Centro de Exposições Imigrantes

Endereço: Rod. Dos Imigrantes, Km. 1,5 – São Paulo
Telefone: 11 5067-6767

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA 
Dia 26 de junho - Dia especial para o lojista – Das 11h00 às 19h00
De 27 a 30 de junho - Das 11h00 às 19h00
Dia 01 de julho – Das 11h00 às 17h00

VALOR DO INGRESSOInteira: R$14,00
Meia-entrada: R$7,00
LOJISTA
Cadastramento através do nosso site a partir de 01 de março de 2012.


CARAVANAS
Cadastre sua caravana e adquire os ingressos antecipadamente
Telefone: 11 3722-3344
E-mail: wrsp@wrsaopaulo.com.br


RESTRIÇÃO PARA MENORES
MENORES DE 12 ANOS NÃO TERÃO ACESSO A FEIRA, MESMO QUE ACOMPANHADOS PELOS SEUS RESPONSÁVEIS.

ESTACIONAMENTO

O Centro de Exposições Imigrantes possui um amplo estacionamento, inclusive com área para ônibus.
CONTATO: E-PARK (11) 5067-6788

TRANSPORTE GRATUITO DA ESTAÇÃO JABAQUARA DO METRÔ DURANTE TODOS OS DIAS DA FEIRA.


LANÇAMENTOS, CURSOS, DEMONSTRAÇÕES, VARIEDADE DE MARCAS E PRODUTOS, SÃO OS PONTOS FORTE DA FEIRA!


Aguarde a MEGA ARTESANAL 2012 a maior e melhor feira direcionada ao setor de artes, artesanato e artes manuais da América Latina.

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Organização e realização
WR São Paulo Feiras e Congressos
Tel (11) 3722-3344

wrsp@wrsaopaulo.com.br
www.wrsaopaulo.com.br




Fonte: http://www.megaartesanal.com.br/

O que é artesanato?



É uma técnica manual utilizada pelo artesão. Este profissional é considerado um artista, pois seus produtos são verdadeiras obras de arte. 

Trabalho do artesão 
O artesão é aquele que exerce sua arte através de um ofício manual.Seu trabalho é individual e, através dele, este profissional isolado sobrevive em muitas regiões, principalmente nas áreas distantes dos grandes centros urbanos. Aqui no Brasil, comunidades compostas por artesãos se concentram mais na região Nordeste, principalmente no sertão da Bahia, Ceará e de Pernambuco.  
Por ser um trabalho bastante apreciado, as feiras artesanais fazem muito sucesso entre os consumidores. Há muitas feiras famosas, entre elas estão: as feiras artesanais de Feira de Santana, Sobral e Caruaru. 
O artesanato indígena é de extrema beleza e de grande valor artístico, pois representa a expressão cultural do povo indígena brasileiro. Já na época do descobrimento do Brasil, os portugueses ficaram impressionados com a beleza deste tipo de arte, que utiliza os elementos da natureza para a transformação em objetos de enfeite ou utensílios domésticos.

Você sabia?
Origem do artesanato: o artesanato surgiu na Pré-História. Os homens desta época faziam cestos, ferramentas, vasos de cerâmica, roupas, esculturas e outros objetos usando as mãos como ferramenta e os recursos da natureza como matéria-prima.
- No dia 19 de março é comemorado o Dia do Artesão.


Exportando artesanato

O bom produto não só encontra comprador no mercado interno como também no mercado externo, pois é notória a influência que a qualidade e o preço exercem sobre o produto. Cada vez mais o artesanato paulista vem ocupando seu espaço em nossa economia e chamando a atenção de compradores estrangeiros. A cultura que o artesanato transmite através dos seus traços típicos regionais aliado à defesa do meio ambiente, faz com que o artesão descubra sua realidade, e através das suas mãos a transforma em arte, atraindo cada vez mais o mercado consumidor, que nem sempre tem acesso a esta história. Portanto é preciso que a divulgue da melhor forma. Porém, para exportar, é muito importante que o artesão e/ou sua associação/cooperativa estejam bem preparados e informados para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e exigente. Antes de mais nada, o artesão precisa conhecer o passo a passo de uma exportação.


O artesão se pergunta: Gostaria de exportar, mas como?   

 A logística da exportação compreende

 • Estudo da cultura do país onde se pretende exportar. Relacionar o tipo de produto confeccionado com os hábitos e costumes do país;

 • Conhecer seu comprador;

 • Conhecer as legislações internas de cada país (Câmaras de Comércio orientam quanto aos impedimentos);

 • Produção artesanal (o comprador dificilmente emitirá um pedido de 50 ou 100 peças );

 • Manter a qualidade: a produção vem acompanhada de alta qualidade. O mercado externo é muito exigente;

 • Desenvolver o conceito do produto: o mercado externo trabalha muito o conceito de produto. Quando o artesão for vender seu produto, deverá vender também seu conceito. Por exemplo: se você faz jogo americano, "crie" um ambiente para poder vendê-lo;

 • Negociação quanto à forma de envio das peças. Lembre-se que se você optar pelo preço FOB (Free On Board) o cliente irá arcar com todos os custos a partir do momento que a mercadoria ingressar no compartimento do navio para armazenamento, isto é feito através do transporte marítimo. Já o vendedor irá se responsabilizar pelo transporte, seguro, armazenamento até o momento em que a mercadoria estiver no terminal de carga do porto;

 • O peso bem como o tamanho da peça é fator importante durante os trâmites. O custo para enviar irá depender tanto do peso da peça como do tamanho da embalagem a ser enviada;

 • Uma das maneiras para envio da mercadoria é através do sistema Exporta Fácil dos Correios (clique aqui e leia a dica sobre esse serviço). Esse sistema compreende o envio de um peso limite bem como as medidas da embalagem (consultar o site www.correios.com.br);

 • Pelo sistema Exporta Fácil dos Correios, o artesão irá precisar da Nota Fiscal. Essa Nota Fiscal poderá ser emitida pela SUTACO (caso o artesão seja do Estado de São Paulo);

 • Quando elaborar um catálogo, além de criar o conceito para vender o produto, faz-se necessário colocar um texto bilíngue ao lado do preço da peça (em dólar ou a moeda correspondente ao país), o peso e a medida. Dessa maneira, o comprador poderá calcular quanto irá pagar pelo frete;

 • Adequação do produto e seu planejamento: Verificar se o produto é competitivo. Qual o mercado abordado? Se cumpre os requisitos legais no exterior? Quais serão as modificações necessárias? Como será feito o marketing?;

 • Para a formação de preços pesquise no site www.amcham.com.br, onde você irá ter base do valor de quanto custa o seu produto, se ele é competitivo ou não no mercado internacional. Não se esqueça dos fatores que influenciam como: os custos de produção, despesas de exportação, tarifas bancárias, embalagens e depois de todas as despesas gerais você coloca a margem de lucro;

 • Qualquer dúvida na hora de planejar a sua exportação, basta fazer uma consulta pelo e-mail barreirastecnicas@inmetro.gov.br. O artesão poderá tirar todas suas dúvidas como as exigências técnicas de cada país, o que é exigido nas etiquetas de produtos têxteis; produto elétrico tem que conter o certificado de choque e contra incêndio etc. A melhor maneira é manter-se atualizado através do site www.inmetro.gov.br/barreirastecnicas;  Documentação mínima exigida no Brasil para a exportação é a Nota Fiscal, registro de exportação, contrato de câmbio e no país do comprador é a fatura comercial, conhecimento de embarque e o packing list;

 • No processo de exportação a função da Receita Federal é promover a arrecadação dos tributos e a realização do controle aduaneiro. Participam de todo processo de desembaraço das cargas que chegam ou deixam o porto do Brasil, onde fiscalizam o cadastro, documentos e cargas dos importadores e exportadores (www.receita.fazenda.gov.br).

 Fonte: SUTACO

A história do artesanato no Brasil e no mundo.

A história do artesanato tem início no mundo com a própria história do homem, pois a necessidade de se produzir bens de utilidades e uso rotineiro, e até mesmo adornos, expressou a capacidade criativa e produtiva como forma de trabalho.
Os primeiros artesãos surgiram no período neolítico (6.000 a.C) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e a tecer fibras animais e vegetais.
No Brasil, o artesanato também surgiu neste período. Os índios foram os mais antigos artesãos.

Eles utilizavam a arte da pintura, usando pigmentos naturais, a cestaria e a cerâmica, sem esquecer a arte plumária como os cocares, tangas e outras peças de vestuário feitos com penas e plumas de aves.

O artesanato pode ser erudito, popular e folclórico, podendo ser manifestado de várias formas como, nas cerâmicas utilitária, funilaria popular, trabalhos em couro e chifre, trançados e tecidos de fibras vegetais e animais (sedenho), fabrico de farinha de mandioca, monjolo de pé de água, engenhocas, instrumentos de música, tintura popular. E também encontram-se nas pinturas e desenhos (primitivos), esculturas, trabalhos em madeiras, pedra guaraná, cera, miolo de pão, massa de açúcar, bijuteria, renda, filé, crochê, papel recortado para enfeite, etc.
O artesanato brasileiro é um dos mais ricos do mundo e garante o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato faz parte do folclore e revela usos, costumes, tradições e características de cada região.

Tipos de artesanatos brasileiro


Cerâmica e bonecos de barro

É a arte popular e de artesanato mais desenvolvidas no Brasil e desenvolveu-se em regiões propícias à extração de sua matéria prima - o barro. Nas feiras e mercados do Nordeste, se encontram os bonecos de barro, reconstituindo figuras típicas da região, como os cangaceiros, retirantes, vendedores, músicos e rendeiras.

Renda

A renda, presente em roupas, lenços, toalhas e outros artigos, tem um importante papel econômico nas regiões Norte, Nordeste e Sul, e é desenvolvida pelas mãos das rendeiras.

Entalhando a madeira

É uma manifestação cultural muito utilizada pelos índios nas suas construções de armas, utensílios, embarcações, instrumentos musicais, máscaras e bonecos.
Os artesanatos em madeira produzem objetos diversificados com motivos da natureza, do universo humano e a fantasia. Exemplos disso são as carrancas, ou cabeças-de-proa, os utensílios como cocho, pilão, gamelas e móveis simples e rústicos, os engenhos, moendas, tonéis, carroças e o maior produto artesanal em madeira - contando com poucas partes de metal - são os carros de bois.

Cestas e trançados

A arte de trançar fibras, deixada pelos índios, inclui esteiras, redes, balaios, chapéus, peneiras e outros. Quanto à decoração, os objetos de trançados possuem uma imensa variedade, explorada através de formas geométricas, espessuras diferentes, corantes e outros materiais. Esse tipo de artesanato pode-se encontrar espalhados em diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil como, na Bahia, Mato Grosso, Maranhão, Pará e o Amazonas.

Artesanato indígena

Cada grupo ou tribo indígena tem seu próprio artesanato. Em geral, a tinta usada pelas tribos é uma tinta natural, proveniente de árvores ou frutos.
Os adornos e a arte plumária são outro importante trabalho indígena.
A grande maioria das tribos desenvolvem a cerâmica e a cestaria. E como passatempo ou em rituais sagrados, os índios desenvolveram flautas e chocalhos.

Conheça um pouco mais sobre a Cabaça


Em Minas Gerais, cabaça. No sul do país, porongo. O fruto tem nomes diferentes, mas é muito comum pelo Brasil. “É da família das abóboras. Quando nova, pode ser consumida igualmente. Quando seca, algumas espécies têm a característica da casca bem rústica, resistente, que serve para artesanato e para cuia de chimarrão”, explica o agronômo Sydnei dos Passos.
As cabaças normalmente são encontradas no pasto ou em cercas. Em Carrancas no sul de Minas Gerais não existe uma produção comercial. Na fazenda de Soraia Guimarães, o fruto é colhido o ano todo. Ela resolveu resgatar um costume antigo e transforma as cabaças em utensílios domésticos, que servem para guardar bolachas, bolos, todo tipo de quitanda.
As cabaças que nascem em um amontoado de mato não tinham valor comercial para os moradores e eram distribuídas, mas hoje são vendidas para artesãos e turistas que visitam a cidade.
A forma mais comum é a arredondada, mas fatores genéticos podem alterar o formato. O agricultor Roberto Rezende conseguiu sementes de um tipo especial totalmente irregular.

Fonte: G1